Prumo

A vaidade trai aqueles que já experimentaram qualquer deficiência de autoestima. Quem se molda pela falta chafurda nas possibilidades de poder, ainda que a compunção esteja logo ali na espreita, esperando o dia amanhecer. Nascem tantos monstros que do mundo se faz inferno e basta uma gota para a tempestade inteira. O peso rabisca o semblante inteiro.

E foi assim que desconstruiu-se para desconhecer quem era. Eu tanto que te prescrevi calma, pequena. Correnteza não reverte, abandona essa angústia, deixa estar, amanhã a gente ri.

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5 comentários sobre “Prumo

  1. Marcelo Rezende disse:

    A gente se monta demais, se importa de menos com o que acontece em volta, tem medo de encarar, medo de perscrutar o olho ao lado. Nada mais é impactante, a moda é ser blasé. Eu nem queria escrever isso, seu texto é maior.

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