Monólogo da Despedida

 

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Eu vou indo, deixe-me ir. Não agüento mais seu peso em minhas costas, não suporto mais suas dores doendo em mim e me deixando por inteiro em carne viva. Eu vou porque já não me é saudável. Esse nó na garganta eu não quero mais, todas essas palavras presas que me emudecem, essa angústia, essa petrificação… tumores que me mortificam paulatinamente. Abro mão de você para ter de volta minha leveza e meu riso. Adeus! Eu vou por aí, porque tudo que eu preciso agora é de um copo de vodca e um novo amanhecer.

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Um Dedo de Prosa: É um texto anarônico. Não é de agora. Até porque se eu escrevesse algo agora pra postar seria um coleção de clichês e frases piegas sobre amor. rs

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10 comentários sobre “Monólogo da Despedida

  1. susu disse:

    “tudo que eu preciso agora é de um copo de vodca e um novo amanhecer” marcante de mais essa frase e não só por causa da vodca uahuaa
    eu não achei um texto triste nem nada do tipo. Achei corajoso e cansado. Deixar alguém é difícil, mesmo que alguém problemático, e cansado porque tem que estar muito cansado dessa situação pra ir embora. Deu pra entender?
    Seu blog gosta de mim agora. Tem até meu nome e email aqui já…

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