Incógnita

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Tô meio fora de mim, fora de freqüência. Leve demais. Riso bobo estampado na face.

Meu olhar sereno nada traduz o redemoinho aqui dentro. Agarro-me na razão pra não sair por aí sem os pés no chão e perder o rumo. Estou tonto, e não é apenas hoje.

A mesma força que me faz ter vontade de escrever me tira também todas as possíveis palavras.

“Boas e bobas são as coisas que
penso quando penso em você.”

Caio F.

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12 comentários sobre “Incógnita

  1. tens pessoas que conseguem nos tirar palavras, atos, ar… tudo…
    pq simplismente mechem com o nosso mundo
    e sua simples existência nele causa terremotos

    é bom ter sentimentos assim
    por mais fora de si que se fique

    “Talvez não ser,
    é ser sem que tu sejas (…)”

    (Pablo Neruda)

    Bjos da -=Þëqµëñä Þö놡zä=- !!!

  2. – Hahaha, muito obrigada! Eu sempre fico feliz ao receber esse tipo de comentário, não por receber elogios, mas por saber que tem gente que lê minhas postagens. *-* E sobre as propagandas… tsc, tsc, Assolan é triste. Mamãe já afirmou uma vez que ele (a lã de aço da propaganda) é meio… meio afeminado. ): Ele faz umas poses assim duvidosas, ela disse. xD Então tá… Novo post, me chama! x)

  3. Pingback: Os números de 2010 « Palavras Oblíquas

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