
A vaidade trai aqueles que já experimentaram qualquer deficiência de autoestima. Quem se molda pela falta chafurda nas possibilidades de poder, ainda que a compunção esteja logo ali na espreita, esperando o dia amanhecer. Nascem tantos monstros que do mundo se faz inferno e basta uma gota para a tempestade inteira. O peso rabisca o semblante inteiro.
E foi assim que desconstruiu-se para desconhecer quem era. Eu tanto que te prescrevi calma, pequena. Correnteza não reverte, abandona essa angústia, deixa estar, amanhã a gente ri.
vou usar a última frase numa música, bancar o camelo falando sobre usar direito o remo, a vela e o vento e vou lembrar qual é a fórmula do texto.
Lembrei da Gadú “Deixa estar que o que for pra ser vigora.”
Sendo o ser o ser-se, nesse texto e não na música.
E me perder é me encontrar, escrevi isso um dia, mas acho que nem concordo com isso mais.
“A vaidade trai aqueles que já experimentaram qualquer deficiência de autoestima. ”
Poxa gostei do texto e pretendo acompanhar os próximos! Obrigada pela visita no meu blog.
A gente se monta demais, se importa de menos com o que acontece em volta, tem medo de encarar, medo de perscrutar o olho ao lado. Nada mais é impactante, a moda é ser blasé. Eu nem queria escrever isso, seu texto é maior.
Gente! O que é chafurda? Não saber isso me brecou durante todo o texto hehehe
Enfim, to calmo, “amanhã a gente ri”